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Curso de Biomedicina coloca em prática projeto que ajuda a prevenir a parasitose intestinal em crianças

Curso de Biomedicina coloca em prática projeto que ajuda a prevenir a parasitose intestinal em crianças

 

Os alunos e professores começaram a visitar escolas da rede pública do ensino fundamental realizando os exames para as crianças

O curso de Biomedicina do Centro Universitário de Cascavel - Univel colocou em prática um projeto de extensão que visa levar saúde às crianças dos 3º e 4º anos do ensino fundamental. O objetivo é visitar as escolas da rede pública de Cascavel, começando pelas do bairro Santa Cruz, onde realizaram exames para verificar se existe algum tipo de parasita intestinal. “O propósito é a saúde pública e a ação social que a Univel faz. Sem dúvida nenhuma o benefício para essas crianças é imensurável, visto que hoje, no Brasil, a média é de que 38% das crianças são parasitadas com algum tipo de parasita intestinal. Isso pode gerar vários problemas, como nutricionais e déficit neurológico, prejudicando o desempenho da crianças na escola”, explica a Coordenadora do curso de Biomedicina, Leticia Thiesen.

Os alunos e Professores do curso visitaram na última semana a Escola Maria Teresa, onde apresentaram para as crianças um teatro de fantoches com orientações de como recolher as fezes para o exame, que mais tarde será analisado nos laboratórios da Univel. “Esse projeto é interessante, porque essas questões de verminoses passam despercebidas, então é uma possibilidade da escola receber esse serviço, já que também interfere na aprendizagem. A criança pode ficar desmotivada, desinteressada, sentindo algum incômodo, questões que atrapalham”, conta a Diretora da Escola Maria Teresa, Vera Aparecida Moreira de Souza.

O projeto, além de ser de grande importância e beneficiar as crianças e seus familiares, possibilita aos alunos colocarem em prática o que aprenderam em sala, e utilizar as técnicas e conhecimentos para o bem de todos. “Esse projeto é social e abrange várias classes, pode também auxiliar as famílias a cuidarem da saúde das crianças. Levamos as amostras para o laboratório para analisar, e as fezes infectadas nós mandaremos um relatório para o município, que fica em estado de alerta com a epidemiologia no local, então os agentes de saúde voltam para a escola e fazem as precauções”, explica o acadêmico de Biomedicina, Paulo Ricardo de Lara Rodrigues.

Por: Núcleo de Comunicação

16.05.2019

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