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Professores e alunos da Univel levam Projeto de Combate a Violência Contra a Mulher para diferentes públicos

 

O projeto tem como propósito levar informações de conscientização 

Alunos e professores do Centro Universitário de Cascavel - Univel estiveram presentes na Cooperativa Lar com o Projeto de Combate a violência contra a mulher, onde foi realizada uma palestra para as colaboradoras do frigorífico de Cascavel, com o propósito de conscientização. “O setor de recursos humanos promoveu um evento com as colaboradoras na empresa abordando diversas outras questões e fomos convidadas para levar o nosso projeto com o propósito de compartilhar conhecimento e conscientização com relação a questão da violência contra a mulher”, explica a coordenadora do curso de Psicologia, Caroline Buosi Velasco. 

O projeto é desenvolvido por alunos e professores e busca disseminar informações e esclarecer sobre a questão da violência contra a mulher, que pode ser tanto psicológica, como física. “Foi uma oportunidade única de podermos tirar dúvidas dessas mulheres, pois nesse momento vemos a importância do nosso trabalho de prevenção e auxílio. É importante encorajar as mulheres para que busquem a justiça, auxílio junto a delegacia e possam então ter menos risco de sofrer violência, que não é só física mas também psicológica”, explica a professora Edineia Sicbneihler.

Representantes do projeto também estiveram no Patronato Penitenciário de Cascavel realizando palestra. O encontro foi voltado aos egressos do Patronato e integrou as ações da Semana Nacional da Justiça pela Paz em Casa, que é realizada anualmente com o objetivo de promover o combate à violência doméstica e familiar contra a mulher, por meio de ações interdisciplinares, palestras, cursos e atividades educativas. 

Para a acadêmica de Direito da Univel, Dyohana Aliati Ferreira, participar de projetos como esse é muito importante. “Eu gosto bastante, porque além de termos essa proximidade com a questão da Lei Maria da Penha, nós fazemos uma ação social, levamos conhecimento para as pessoas. É muito importante trabalhar nessa causa da mulher, para elas conhecerem como podem se proteger, evitar, qual é o perfil do agressor e assim tentar cortar essa relação desde o início. Além disso nós expandimos a mente e conhecemos coisas novas”, conta Dyohana. 

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