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Seus olhos e seus olhares

Seus olhos e seus olhares

 

Com o olhar é possível repassar o sentimento da alma e é por isso que fotógrafos possuem o dom de colocar em suas fotografias expressões que traduzem sentimentos jamais ditos.  Este ano o projeto de extensão “Educ”, coordenado pela professora Letícia Garcia e desenvolvido pelos acadêmicos do segundo semestre de Jornalismo, no Centro da Juventude professor Jomar Vieira Rocha, estão trabalhando com a oficina “Olhares”.   

“O Educ é um projeto que já é realizado desde 2012. Este ano trabalhamos com o formato de oficina, que tem como objetivo estimular a leitura e a formação de leitores competentes de diversos gêneros textuais, que circulam no ambiente dos jovens que participam do CJ e, assim, também formar escritores mais eficientes e conscientes”, explica a coordenadora do projeto, professora Letícia Garcia.

Com a oficina os acadêmicos do curso têm a possibilidade de exercitar na prática o que é aprendido em sala de aula. “O projeto é uma porta para ampliar o conhecimento. Estudamos os conteúdos para trabalhar com os alunos. Quando se trata de dar aula é preciso ter em mente que é necessário estudar sobre o conteúdo, logo, o projeto é um benefício para o acadêmico, pois reforça o que foi visto em sala e os aplica na prática. Trabalhando com as diferentes formas de comunicação, ensinamos as crianças a ler o mundo de outra forma, e ver o resultado é gratificante”, comenta o acadêmico Everton Schmitt.

O principal tema do projeto é Infância e Juventude. Letícia explica que a partir dele foram desenvolvidas produções textuais e mesas redondas para debater a temática com pessoas da sociedade envolvidas diretamente com o tema. “Os questionamentos e a condução do debate foram feitos pelos alunos. Outra atividade que será realizada éi uma “exposição fotográfica online” sobre a Infância e a Juventude, com fotografias feitas também pelos participantes da oficina. Assim, conseguimos trabalhar a leitura, a produção textual, o posicionamento crítico, a educomunicação, a fotografia e ainda expor os resultados da atividade na internet”, enaltece a professora.

“Quantas coisas cabem em um olhar! É tão expressivo, é como falar”, Clarice Pacheco

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