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Resenha: O Vendedor de Sonhos

 

Um homem ameaça se jogar do alto do edifício San Pablo, no Centro movimentado da metrópole. Um sujeito maltrapilho atravessa o cordão de isolamento dos bombeiros e se aproxima, tirando um sanduíche do bolso e oferecendo ao suicida que se vê desconcertado, em seguida vê o homem declamar um poema e passam a dialogar, sendo o suicida obrigado a refletir sobre a ingratidão do seu gesto para com a vida e para com o seu próprio corpo que trabalha incessantemente, sem reclamar. 

Esse sujeito que ninguém sabia o nome era conhecido como “O Vendedor de Sonhos”, assim como ele próprio se declarou ao ser questionado pelas pessoas sobre sua origem e identidade. O termo é mencionado várias vezes ao longo da obra não por acaso, mas para dar ênfase ao que ele realmente fazia, vender sonhos para as pessoas desoladas e angustiadas com a vida que tinham.

Pessoas que para alguns tinham comportamentos, vícios e ou distúrbios irreversíveis, bem como alcoólatras, pessoas depressivas, ladrões, indivíduos que já foram presidiários, doentes mentais e físicos. Enfim, vendia sonhos para toda e qualquer pessoa que se encontrava em situações críticas, ou seja, pessoas que viviam à margem da sociedade, que sofriam com doenças psíquicas por terem sido abaladas com perdas irreparáveis, tais como a morte de entes queridos, prejuízos e perdas no mundo financeiro, ou ainda a falta de autenticidade e reconhecimento social.

Um pouco sobre o autor

Augusto Jorge Cury nasceu em 2 de outubro de 1958, é médico, psiquiatra, psicoterapeuta e escritor de autoajuda. Seus livros já venderam mais de 16 milhões de exemplares somente no Brasil, tendo sido publicados em mais de 60 países. Foi considerado pelo jornal Folha de São Paulo o autor brasileiro mais lido da década.

 

Esse texto foi elaborado pela equipe da Biblioteca, que busca despertar o interesse dos alunos pela leitura. Você pode conferir este livro e tanto outros títulos na Biblioteca da Univel, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 12h, e das 13h às 22h50 e aos sábados é das 7h30 às 17h30.

Se tiver alguma sugestão de livro, envie para nós no e-mail biblioteca@univel.br

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